Banner Maker

PUBLICIDADE E PROPAGANDA VOCÊ ENCONTRA AQUI

NEWS:

terça-feira, 29 de março de 2011


O G5 preparou para o dia 30 na Ação de Notoriedade um jingles que pretende animar o publico com um hits bem descolado. Uma parodia com a música “Minha mulher não deixa, não.”, lançaram o “É bom, é marrom, é Baton”, composição de Lais Sant’ana e Tiago Ribeiro, interpretada por Robson e Verena. Se liga no resultado dessa mistura:



Clique aqui para fazer o download.

AÇÃO DE NOTORIEDADE DIA 30/04 NA UCSAL


“Pra quem não sabe, ação de notoriedade consiste em revelar nosso cliente para universidade, alunos, ex-alunos, amigos, pessoas da área que acompanham nosso trabalho e simpatizantes.

Esta ação virou febre é a porta de entrada da execução de nosso trabalho, ninguém é obrigado a fazer, mas todo mundo faz. Faz porque é a melhor parte do nosso trabalho, tem interação, diversão, degustação, brincadeiras e muitos brindes.

Lembrando que o resultado da promoção do facebook será lá, quem não participou ainda está em tempo, não perca esse super evento.

Descubra nosso cliente, queremos te dar muita energia dia 30/03 às 19 horas, na UCSAL- Campus Lapa! Vamos?!” (G4)



sexta-feira, 25 de março de 2011

G5


Vamos apresentar as mini agências simultâneas do projeto experimental, e a bola da vez é o G5 que tem como seu cliente BATON GAROTO. Um desafio gostoso que vai dá o que falar!
Mas antes de qualquer coisa vamos apresentar os guerreiros publicitários em formação que compõem o G5:

“É, não é só o Bradesco que é completo! O G5 está chegando, cheio de talento e força de vontade!” (G5)
Pra começo de tudo o G5 finalizou as pesquisas com aplicação de 400 questionários em diversos bairros de Salvador. Mas como eles querem conhecer mais sobre os consumidores de chocolate, então reuniram diversas crianças numa das salas da Ucsal para um Grupo Focal Baton mega saboroso.

Como foi?
Para coletar as informações necessárias, foram usadas perguntas, brincadeiras e exercícios como um jogo da memória e o famoso teste cego. Toda a turminha adorou! Olha só.

 Grupos 1 e 2 reunidos.
 Todos atentos às instruções iniciais.
 Sugestões e opiniões eram sempre bem-vindas.
 Que imagens mais fixam nas mentes dos pequenos?
 Todos interessados e organizados. Estão de parabéns!
 Qual formato mais atrai a fofa Mari?
E Ingrid, qual será que escolheu?

Baton. 100% de aprovação pela criançada.


Resultados.
Entre outras coisas, o Grupo Focal revelou:
- 100% de aprovação do chocolate Baton por todas as idades.
- Preferência dos pequenos pelo Baton 76g.
- Relevância do fator novidade para o grupo, atraindo mais do que o sabor ou tamanho.
- Incrível fixação da marca na mente dos pequenos.
- Imagens relacionadas a celebridades, animais e ao universo lúdico, como palhaços, atraem a atenção deste público.
- Os estilos musicais rock, pop e hip hop são predominantes entre os grupos, mais que os infantis.

As conclusões são colocadas no relatório de pesquisa no qual são utilizadas para o Planejamento de Comunicação e campanha anual produzidos.


Amanhã tem mais!

(Fonte: Blog UcsalG5)

O que é o Projeto Experimental?

sexta-feira, 18 de março de 2011

PROJETO EXPERIMENTAL EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA


De acordo com a Resolução nº 02/84 do MEC, o projeto experimental é
considerado uma atividade obrigatória para todo e qualquer curso de Comunicação Social.
O Projeto Experimental de Publicidade e Propaganda da UCSal se constitui em
um trabalho acadêmico de conclusão de curso, de caráter prático-experimental,
realizado no 8º período. São aplicados os conhecimentos e as habilidades
adquiridas no transcorrer do curso, tendo como objetivo permitir a inserção inicial
dos alunos no mercado de trabalho, sob a orientação de seu corpo docente.
O Projeto Experimental é realizado junto a um cliente real. As equipes constroem uma “agência de propaganda”, cabendo aos grupos a distribuição interna das funções de atendimento/ planejamento, criação e mídia, devendo desenvolver sua logomarca.
O blog Publicitários de Elite a partir de segunda feira (21 de março) vai acompanhar de perto toda a trajetória dos grupos formados no Projeto, mostrando através de textos, fotos e vídeos toda construção das campanhas publicitárias de cada cliente.
Boa sorte à todas os grupos!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

POTENCIALIZE ESTA FERRAMENTA!


Uma das finalidades de Promoção de Vendas é atrair os consumidores que estão dispostos a conhecer e experimentar outros produtos e serviços. O maior foco da promoção de vendas não é o consumidor que frequentemente adquire determinado produto ou serviço, mas sim aquele consumidor que está disposto a conhecer outros produtos e serviços que estão sendo oferecidos.

É importante compreender que o consumidor sempre irá dar preferência a uma marca forte (mesmo não sendo fiel a ela), a uma marca fraca ou pouco forte que precisa de constantes promoções para poder ser vendida, pois sem estas promoções não obtém vendas significativas.

Deve-se então vender sempre o valor intrínseco do produto sem depender explicitamente e unicamente da redução de preços. Utilizando como ferramenta promocional centralizada em redução de custos, estamos focando apenas um subproduto e não o valor agregado e suas qualidades e diferenciais existentes.

O uso constante de ofertas de forma a identificá-las apenas como redução de preços aponta ao consumidor que a marca não possui um preço justo ou não vale o preço previsto.

Abaixo seguem 10 sugestões de promoções de vendas para serem utilizadas saindo da rotina, inovando suas estratégias e conquistando seus clientes:



1. Aniversário da Loja: Ofereça preços ou condições especiais por ocasião do aniversário de sua loja.

2. Aniversário do Cliente: Ofereça uma vantagem ou um desconto aos clientes que fizer aniversário no mês ou na semana ou mesmo no dia em que estão aniversariando.

3. Bexiga da Sorte: Coloque várias bexigas penduradas, contendo papeis com porcentagens de descontos. Na hora de pagar, o cliente estoura uma e ganha o respectivo desconto.

4. Clientes Diferenciados: Cadastre todos seus clientes e informe-os de suas promoções, convidando-os a tomar um drink, assistir a um show ou a retirar um brinde na sua loja.

5. Demonstrações: É através dela que o consumidor tem seu melhor contato com o produto. A demonstração busca diretamente os sentidos do consumidor. Envolve treinamento de promotores, demonstradores e distribuição de amostras, folhetos, etc.

6. Dia do Profissional: Praticamente todas as profissões são homenageadas em um dia do ano. Neste dia, ofereça condições especiais para atrair esses profissionais.

7. Fidelidade: Através de selos, tickets ou cartões de fidelidade, você acompanha a freqüência de compra de seus clientes. Após determinado número de vezes ou valor adquirido nas compras, você oferece uma unidade grátis ou outra vantagem.

8. Garantia: Ofereça garantia para os produtos que você vende. Mesmo que você comercialize artigos já garantidos pelo fabricante, o cliente terá mais confiança em comprar na sua loja.

9. Idade: Ofereça descontos ou ofertas especiais para os clientes que tenham determinada idade. Você pode estabelecer tanto uma idade mínima como uma idade máxima, ou até uma faixa entre elas.

10. Roleta da Sorte: Na hora de pagar o cliente gira uma roleta para tentar a sorte e ganhar uma vantagem adicional. Você pode colocar porcentagens de desconto, bônus para a próxima compra, brindes etc. 


Wagner Campos

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

MEUS NEGÓCIOS

Venho a alguns anos ouvindo em sala de aula, ou ao estar proferindo palestras, e por clientes de consultoria, entre outras, as seguintes perguntas: por que a grande maioria dos consultores opina no negócio dos outros e muitas vezes nunca possuiu algum? Você já teve algum negócio, alguma empresa, fora a de prestação de serviços em consultoria? Além de ter conhecimento e já ter tido a experiência de atuar em várias áreas como executivo, você, já foi empreendedor? Estas questões sempre me incomodaram. Embora eu as respondesse que o conhecimento, a experiência acumulada ao longo dos anos e os resultados positivos que alcancei me credenciavam para atuar como consultor ou que não era consultor por ter achado uma saída para o desemprego, sentia um certo desconforto.

No mês de outubro de 2002, ao ministrar uma aula num curso de pós-graduação, na disciplina “Gestão Estratégica”, ao abordar um determinado assunto, citei exemplos tomando como base a opinião de consultores, empresários, executivos e teóricos. Uma aluna-empresária, que no decorrer das aulas mostrou-se excelente, disse-me que não acreditava na atuação de “consultores empresariais, de marketing ou de negócios”. Perguntei-lhe porque e ela respondeu-me com a seguinte pergunta: o Sr. Já teve ou conhece algum consultor que já teve uma fábrica, uma loja, ou uma empresa qualquer, de sucesso, ou que pelo menos tenha “sobrevivido” bem por mais de dois anos e não tenha feito parte das estatísticas das empresas que morrem antes dos primeiros dois anos de existência? Ao responder-lhe que não e justificar o porque da minha atuação e de muitos outros consultores, esta, muito educadamente, completou: o Sr. vai me desculpar, não vou querer polemizar, mas continuo com o meu posicionamento. Tentei continuar com o assunto, mas percebi que seria inútil. A aluna-empresária continuava com seu posicionamento e afirmava que sabia de “histórias terríveis de serviços de consultoria” através de amigos, fornecedores etc. Ao perceber que não iria modificar seu ponto de vista, mesmo com depoimentos positivos de outros alunos (inclusive empresários) sobre serviços de consultoria, resolvi dar andamento à abordagem do conteúdo da disciplina. Terminamos a aula e ao me dirigir para casa não conseguia parar de pensar no que havia ocorrido. Em meio aos pensamentos, vinha a lembrança de conversas com meus colegas consultores que também já tinham ouvido várias vezes o mesmo ou questionamentos parecidos, das matérias/artigos que já tinha lido em revistas e jornais de credibilidade abordando o assunto etc.

Sabemos que ainda existe uma resistência muito grande ao trabalho de consultores por vários motivos.

Passado algum tempo, e após ter a consciência de que iria correr um grande risco, resolvi que iria empreender um outro negócio que não o de consultoria. Sabia que estava colocando “em jogo”, de certa forma, minha carreira de consultor e de professor universitário nas áreas de gestão empresarial e de marketing. Uma outra decisão foi a de não me afastar das salas de aula e das coordenações dos cursos de pós-graduação.

Depois de pesquisar muito, decidi que iria abrir uma loja de artigos para presente e decoração. Os fatores que mais pesaram na decisão: o setor apresentava bons e fortes indicativos, mais e bastante importantes oportunidades que ameaças, potencialidades superiores às fragilidades, maioria dos concorrentes vista como “commodity” pelos consumidores, relativa ameaça de novos entrantes, embora possa não parecer, um negócio difícil de “tocar” estratégica e operacionalmente, o desafio de não ter tido a experiência de atuar no setor e os indicativos de ser muito prazeroso.

Decidi também, no plano de negócio que elaborei, e já que arriscaria alto e com a aquiescência do “eu” consultor, que iria comprar um imóvel, ao invés de alugar, num shopping de bairro de classe média. Utilizei vários tipos de pesquisa até que encontrei o que queria.

Os planejamentos que elaborei, tanto o estratégico quanto o tático e o operacional foram implementados, passo a passo, seguido à risca e re-escrito quando necessário, tomando por base as oscilações e competitividade no mercado no que deveria ser alterado, nas estratégias e respectivas ações que deveriam ser implementadas, o que podia ser inovado etc.

No primeiro ano à frente do negócio trabalhei muito. Entre julho de 2003 e o mesmo mês de 2004 não perdia nada de vista e o controle que fazia era absurdamente rigoroso. Todo e qualquer detalhe era extremamente importante. Veja alguns exemplos:

Acompanhamento diário do ambiente competitivo, através de pesquisas primárias e secundárias, observando suas alterações e as influencias sobre o negócio

As negociações com os fornecedores de produtos e de serviços de transporte quanto aos preços, descontos, prazos para entrega e indenização/troca de avarias

Os custos e as despesas

Manutenção da loja

Preços praticados no mercado

Conferência rígida na recepção de produtos e serviços adquiridos

Compras: tendências, estatísticas, sazonalidade, níveis de consumo, níveis de estoque

Acompanhamento e avaliação sistemática das vendas da loja por fornecedor/produto, à vista e à prazo

Aplicação das ferramentas promocionais analisadas sobre todos os aspectos

Passados mais de dois anos da abertura e funcionamento da loja, o eu empresário e o eu consultor consolidamos todas as nossas iniciativas: nossa visão está em curso, nossa missão bem executada, nossos valores, nossas políticas internas e externas, nossos procedimentos estratégicos, táticos e operacionais etc. Fomos remunerados durante todo o tempo e um dos objetivos que estabelecemos foi o de abrir mais um ponto de venda em 3 (três) anos. Já temos condições para isso sem afetar o negócio existente.

Não vou ser hipócrita e afirmar que não erramos algumas vezes. Incorremos em alguns erros, mas, devido ao cuidado que tínhamos com tudo que planejávamos e realizávamos, eles foram poucos e corrigidos a tempo de não impactar ou inviabilizar o negócio.

Resumindo, o que não nos levou (o eu consultor e o eu empresário-lojista) a fazer parte das estatísticas das empresas que “morrem” antes dos dois primeiros anos de vida foram: o conhecimento, a competência, a responsabilidade, o comprometimento e o prazer de se estar fazendo o que gosta.


(Nildo Leite)

Consultor de Empresas, palestrante, coordenador e professor de cursos de pós-graduação e graduação em instituições de ensino em Salvador-Bahia nas áreas de Gestão Estratégica e Marketing. É mestrando em Marketing e Gestão Empresarial pela Universidade Internacional de Lisboa – Portugal, pós-graduado em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP), em Administração com ênfase em Recursos Humanos pela Universidade Estácio de Sá (UES-RJ) e em Estudos de Política e Estratégias Nacionais pela Escola Superior de Guerra (ESG/ADESG-BA).
online