Receita do site de relacionamentos aumentou 86% no ano passado. A receita do site de relacionamentos Facebook com publicidade aumentou 86% no ano passado, para US$ 1,86 bilhão, de acordo com uma estimativa da consultoria eMarketer. Com 650 milhões de usuários em todo o mundo, a empresa fundada por Mark Zuckerberg cresceu ancorada especialmente no mercado de pequenas e médias empresas, justamente o grupo que tem a menor verba para investimento em propaganda e marketing.
Nesse sentido, aponta a publicação especializada em publicidade AdAge, o Facebook está seguindo os passos do Google, ao fornecer a seus clientes uma opção 'self service' para a criação e veiculação de anúncios que têm como objetivo principal criar um relacionamento estreito e direto com o usuário. A publicação lembra que a estratégia ajudou a transformar o Google em um gigante digital de US$ 200 bilhões ao longo da última década.
Depois do filme REDE SOCIAL acreditamos que o crescimento venha acelerar devida a publicidade. Para 2011, a expectativa é que o faturamento do Facebook em publicidade mais do que dobre, atingindo US$ 4 bilhões. Em 2012, a receita com a veiculação de anúncios deve superar a marca de US$ 5,7 bilhões, o que representará uma expansão de quase 700% em três anos.
A maior parte da receita do Facebook com publicidade veio dos EUA - US$ 1,12 bilhão, ou 60% do total -, mas essa relação deve mudar nos próximos anos. Até 2012, a expectativa é que a receita do mercado externo 'empate' com os resultados americanos em US$ 2,87 bilhões, o que resultaria em um faturamento estimado em US$ 5,74 bilhões.
A edição de 2011 do Festival Internacional de Criatividade de Cannes já tem definidos os presidentes dos júris de Cyber, Outdoor e Radio Lions. Nick Law, vice-presidente executivo e CCO (chief creative officer) da R/GA América do Norte, estará à frente do júri de Cyber Lions.
Olivier Altmann, CCO da Publicis Worldwide e membro do Worldwide Executive Committee, comandará a avaliação dos trabalhos de Outdoor Lions. Já Eugene Cheong, diretor executivo regional de criação da Ogilvy Asia Pacific, foi o escolhido para liderar os profissionais que julgarão as peças da área de Radio Lions.
"Nick, Eugene e Olivier vêm de diferentes partes do mundo e, em razão dos cargos que ocupam, trabalham no mundo todo. Portanto, compreendem muitas culturas diferentes. Como grandes profissionais de criação, cientes da cultura e líderes, são perfeitos para exercer as funções de presidentes destes três importantes júris," declarou Terry Savage, presidente de Festival de Cannes.
A fúria foi cedendo espaço, pouco a pouco, ao bom senso da diplomacia, sob debates de caráter bem mais democráticos que outrora, principalmente após o advento da Agenda Positiva, trabalhada pela Associação Brasileira de Anunciantes e Associação Brasileira das Agências de Propaganda, com a finalidade de recuperar o tempo perdido, ao longo da última década, em discussões balizadas por mágoas recíprocas que vinham impedindo que grandes cabeças de executivos de ambos os lados fossem, de fato, aproveitadas com todo empenho na conformação e aplicação de soluções para problemas antigos e novos, visando o desenvolvimento em todos os campos e níveis da indústria da comunicação no Brasil.
E por que havia fúria? Porque, em muitos momentos, em defesa do próprio negócio, sob risco de atolar num cenário macro e microeconômico demais instável, a ansiedade gerada pelo medo de errar e a necessidade de urgência na avaliação de processos que atendessem interesses de matrizes e filiais, tanto por parte dos anunciantes, como das agências, dificultavam o exercício do raciocínio lógico sob total transparência, causando excesso de desconfiança entre protagonistas de importantíssimos debates, cujos encaminhamentos insistiam em retornar à estaca zero em inúmeras tentativas de se fincar pilares capazes de sustentar a felicidade conjunta, com menos pressão nas evidentes cobranças por qualidade, agilidade, avanços tecnológicos, remunerações justas, ganho de competitividade, otimização de recursos etc.
Não há dúvidas de que hoje o quadro nacional no qual se inserem as relações entre veículos de comunicação, agências de propaganda, fornecedores e anunciantes é bem mais favorável para todos os lados – e pacífico, embora tão ou mais dinâmico do que no fim do século XX. E para se chegar a esse grau positivo de amadurecimento, muitos profissionais e empresas fizeram a diferença em realizações de encontros extra-oficiais, reuniões, seminários, workshops, congressos, enfim, a propaganda brasileira continua mudando, incansavelmente, para melhor em todos os sentidos, assim com as relações que norteiam as práticas comerciais e de gestão operacional no composto agências-anunciantes-veículos, azeitadíssimas sob escopo corporativo e inspirando, gradativamente, adoções de posicionamentos vinculados às mais perspicazes e eficazes diligências na esfera da governança.
Dentre os profissionais que têm se destacado pelo árduo trabalho de jogar lenha nessa fogueira sem a intenção de queimar ninguém, muito pelo contrário, mas buscando luz para dirimir a escuridão, a maioria deles tendo que se dedicar, simultaneamente, aos cargos de liderança das empresas que representam na iniciativa privada, Luiz Lara, presidente da Lew’Lara\TBWA é “o cara”. Ele foi “o cara” nos últimos dois anos, como presidente da Abap Nacional, e deverá continuar sendo profissional-chave para o crescimento financeiro e qualitativo da indústria de comunicação em nosso país, mais uma vez, no biênio que se inicia (2011-2012), como presidente da mesma entidade, sob convite unânime dos seus demais dirigentes, acompanhado das vozes sinceras e preponderantes de outros líderes da propaganda. Apesar de todo o sacrifício embutido na missão, que requer doses de paciência e muita colaboração dos sócios e funcionários na agência Lew’Lara\TBWA, Lara está dizendo sim à releição, cabendo, porém, à sua esposa Bia a decisão final, nos próximos dias, visto que, ao prosseguir em jornadas de 14 a 16 horas de trabalho diárias, um profissional não pode deixar de ouvir, antes de tomar novas decisões, quais são os pré-requisitos familiares para que a paz continue reinando no lar, sem prejuízos emocionais acumulados em cobranças.
Para o mercado em geral, Luiz Lara não tem atitude mais “ajuizada” a tomar do que declarar, neste instante, “se é para o bem de todos, digam ao povo que fico”, motivo pelo qual o Natal já praticamente chegou sem que ele consiga parar de atender aos chamados dos companheiros, não somente da Abap, mas também das demais entidades do setor, para permanecer na ativa, nestes últimos dias do ano, durante discussões e encaminhamentos de soluções de questões mais urgentes. Quase sem tempo, portanto, para comemorar a recente conquista de um Prêmio Caboré e o título de Empreendedor do Ano nas Comunicações, que acaba de lhe ser outorgado pela Editora Três, o presidente da Lew’Lara\TBWA foi extremamente gentil ao abrir uma brecha em sua agenda para receber o Portal da Propaganda, concedendo-nos uma entrevista com imagens gravadas por Márcio Yamamoto na sede da agência, na capital paulista, na tarde deste 15 de dezembro.
Depois de meses fora do ar por conta das férias o blog volta ativa com os melhores conteúdos de publicidade e propaganda. Afinal de contas essa é a nossa praia.
Há dez anos a pedagoga, Luisinha Porfírio, realiza no largo da Igreja do Bonfim, em Salvador,o evento "Natal de Rua" ,contando sempre com o apoio de amigos. Durante a festa natalina mais de mil pessoas, entre menores e moradores de rua, são convidadas a participar. Sensibilizada com a seriedade da iniciativa solidária a 2 Interativa resolveu colaborar. A agência ,já neste ano, criou e produziu gratuitamente o vídeo da campanha " Natal de Rua", o intuito é aumentar o número de doações. Participe você também!
Conhecido em todo Brasil por sua irreverência e simpatia, o líder da banda Asa de Águia, Durval Lelys, é a nova voz da campanha de Verão 2011 da Rede Bahia, que começou a ser veiculada pela emissora no mês de dezembro com o tema “O melhor verão é aqui, na Rede Bahia”.
Músico, artista plástico e arquiteto formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Durval trouxe para o jingle do Verão 2011 da Rede Bahia sua voz carismatica e cheia de alegria, simbolizando bem essa alegria baiana.
Maior grupo de comunicação do Norte e Nordeste, com 13 empresas que atuam nos meios de televisão, rádio, jornal, internet e entretenimento, a Rede Bahia produz, apoia e reproduz conteúdos sobre tudo que acontece no verão baiano.
Entre os projetos desenvolvidos destacam-se o Festival de Verão, Bahia Folia, iBahia Garage Band, Festas Populares e Caravana Bahia FM.
Outro dia li em um jornal mais uma matéria exaltando a eficácia da estratégia global e atuação local de uma grande marca de bebidas. Matéria essa que me fez lembrar uma historinha: uma menina que precisa levar uma cesta de doces para a casa da sua avó, escolhe o caminho mais curto da floresta e se depara com um tigre. Você já deve ter ouvido algo parecido com essa história, e talvez deva estar pensando: o que o tigre está fazendo no lugar do lobo? A resposta é simples, essa não é a história da Chapeuzinho Vermelho, mas de um outro conto de fadas oriundo da China, onde os tigres são comuns e assustadores. Outra versão parecida, que vem do Irã, substitui a menina por um menino, já que por lá, as meninas não devem sair de casa sozinhas.
Essas são algumas das mais de 70 variações do conto da Chapeuzinho Vermelho, que foram descobertas por um grupo de antropólogos liderados pelo professor Dr Jamie Tehrani, da Universidade de Durham. Eles descobriram que, ao contrário do que se pensava, a história original da Chapeuzinho Vermelho é muito anterior ao séc. XVII (e de autoria atribuída ao Frances Charles Perrrault). Dr Tehrani encontrou relatos datados de 600 A.C. que contêm essa mesma trama. Um aspecto interessante do estudo é que a história sofreu mutações ao longo do tempo para se adaptar às diferentes realidades culturais. Nigéria, Coréia e Japão foram outros países que apresentaram histórias com peculiaridades de suas culturas. O estudo ainda verifica movimentos que levaram as pessoas a adaptarem essas histórias e quais os efeitos que elas tiveram nas culturas locais.
Não vou entrar a fundo no trabalho dos antropólogos, mas voltando ao assunto do primeiro parágrafo, o estudo me fez refletir se esse negócio de “pensar global e agir local” não é mais antigo do que imaginávamos. Se formos entender o que está por trás da descoberta sobre a história da Chapeuzinho, “pensar global e agir local” (em termos mais amplos) está na essência humana. Se não conseguirmos estabelecer uma conexão com nosso interlocutor (no caso das multinacionais, os consumidores locais), não vamos nos relacionar com eles.
Nos últimos 10 anos presenciamos uma mudança estrutural na comunicação com as campanhas de marketing se tornando cada vez mais internacionalizadas. Não é de hoje que as grandes marcas perceberam esse desvio e passaram, assim como nas variações de Chapeuzinho Vermelho, a variar suas mensagens locais.
Minha sugestão aqui é uma reflexão sob outra ótica: o “pensar global e agir local” de cada um de nós. Sugiro que você pare e pense se dentro do seu universo (amigos, familiares, clientes, parceiros, subordinados ou superiores) você está conseguindo adaptar suas histórias para seus interlocutores. Será que você também não deveria pensar global (entender o que está por trás de cada solicitação ou demanda) e agir local (adaptando-a a pessoa com quem vai falar)? Muitas vezes achamos que estamos contando a velha historinha do Chapeuzinho Vermelho, aquela que todos já conhecem, quando na verdade estamos perdendo a chance de surpreender simplesmente porque não adaptamos nossa história. Outras tantas achamos que estamos com a melhor história de nossas vidas, mas ela não surte nenhum efeito em nosso interlocutor. A estratégia “pensar global e agir local” está invadindo as multinacionais, mas também pode invadir nossas mentes.
Marcelo Douek é o diretor da agência LUKSO Story & Strategy, uma consultoria em gestão de marcas inovadora, que tem como diferencial uma metodologia em Storytelling e técnicas de Cinema.
Por que o nome Publicitários de Elite?
Tudo começou no 1º semestre de 2009.1, quando alguns de nós queríamos pregar nos recentes matriculados (calouros) do curso de publicidade e propaganda o que alguns de nós havíamos "sofrido" na nossa caloUrada. O filme Tropa de Elite estava no auge do sucesso nos cinemas, foi quando Luis teve a idéia de "inovar", daríamos a aqueles Calouros um tratamento militar. Montamos um belo esquema, todos fomos de preto, enchemos bola (preta) que continham prendas, e exigíamos que eles gritassem "Publicitários de Elite nunca seremos!", mas prezamos o bom censo e a liberdade de escolha, deixando livre aquelas pessoas que não queriam participar da nossa brincadeira e além de não pintar as pessoas que eram alérgicas a tinta (mesmo tendo a preocupação e comprando tintas antialérgicas). Foi uma forma de firmar alianças e dar boas vindas, e onde nasceu o nosso nome.
Quem são os Publicitários de Elite?
Somos Estudantes de Publicidade e Propaganda com desejo de INOVAÇÃO, com sede do NOVO!
Como define a relação entre os Publicitários?
É só ficar ligado no blog.