O Ibope Monitor está divulgando o ranking de 2010 com as 50 maiores agências do País de acordo com os investimentos em mídia, segundo os valores de tabela dos veículos, sem contar os descontos.
A Y&R manteve a liderança no ranking, seguida pela AlmapBBDO e JWT.
Os consumidores emergentes devem aquecer ainda mais o mercado imobiliário neste ano de 2011, principalmente nos próximos seis meses. A previsão é do instituto Data Popular, que acaba de divulgar estudo mostrando que 88% das intenções de compra de imóveis no Brasil estão concentradas nas classes C, D e E.
São 7,5 milhões de famílias, de um universo de 9,1 milhões, de média e baixa renda com planos de comprar no período um imóvel ou terreno. O Data Popular extratificou o universo com 17% do chamado topo da pirâmide econômica, 47% da classe C, com cerca de 4,3 milhões de famílias, e 36% às classes D e E, com 3,2 milhões.
É reflexo do aquecimento do mercado imobiliário. Nesta quarta-feira (2), o governo anunciou aumento do valor final dos imóveis do projeto "Minha casa, minha vida". Nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília salta de R$ 130 mil para R$ 170 mil e nas demais capitais de R$ 100 mil para R$ 150 mil. O "Minha casa, minha vida" garante bônus de R$ 23 mil concedidos aos que têm crédito aprovado para imóveis desse perfil.
"Como muitas famílias das classes emergentes vivem em imóveis cedidos ou alugados, e tiveram melhora de vida nos últimos oito anos, representam um contingente de compradores em potencial. Com aumento do emprego formal, acesso ao crédito e maior escolaridade, as classes C e D devem mudar o quadro atual das habitações no Brasil nos próximos anos", disse Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular e que desde 2001 se dedica às pesquisas focadas no mercado emergente brasileiro.
Com a crise econômica mundial, a busca por uma vida sustentável se tornou ainda mais latente. As pessoas estão repensando valores e atitudes; reposicionando o modo de viver e avaliando o impacto dos hábitos de consumo na saúde econômica e socioambiental do planeta. Pesquisas conduzidas pela Voltage em vários países e estudos de vários especialistas mundiais no tema são unânimes ao mostrar que minimizar o consumo é a forma mais socialmente responsável de agir. Na prática, qualquer atividade humana gera impacto, portanto, não existem produtos totalmente sustentáveis; o que temos são produtos que geram menos ou mais impacto ao meio ambiente.
Diante dessa constatação, há um movimento forte em diversas partes do globo que tem impelido o indivíduo a adotar o consumo consciente como parte da rotina. Há vários indicadores desses novos ventos que têm arejado o consumo nacional e internacional. Um estudo destacado no LS:N Global (LifeStyle News Network) – portal internacional de tendências da The Future Laboratory, representado com exclusividade no Brasil pela Voltage – aponta que fatores como mudanças climáticas, recessão, mercados em processo de fragmentação, consumidores críticos e com habilidades na internet têm revolucionado o setor de hotelaria. Esse consumidor, além de optar por hoteis e resorts ambientalmente responsáveis, valoriza os que possuem equipamentos e dispositivos neutros em carbono. O conceito de “eco-friendly” defende a fidelização do cliente por meio da responsabilidade socioambiental que substitui o turismo predatório.
E o que caracteriza um consumidor eco-friendly? Antes de tudo, a disposição para incorporar o conceito do consumo responsável no cotidiano e o comprometimento em estar atento para identificar produtos, serviços e comportamentos de consumo que são de fato eco-friendly. Fugir das “armadilhas pseudo-verdes” é uma tarefa diária!
Como alusão à necessidade de uma nova conduta, criei 10 mandamentos do “consumidor-verde”, que na verdade são dicas para não cair nas armadilhas do consumo pseudo-correto.
MANDAMENTO 1, “REUTILIZE”: Opte por produtos duráveis, ou seja, por mais que sejam práticos, os produtos descartáveis são danosos ao meio ambiente e geram um lixo desnecessário. Ao adquirir material de escritório, por exemplo, escolha os que permitem recargas: cartuchos de impressão, pilhas e baterias recarregáveis. Reutilizar é a palavra de ordem!
MANDAMENTO 2, “RESISTA”: Abra mão de sacos, papéis, caixas e envelopes como forma de transportar compras. Esse “lixo do futuro” polui o lençol freático, entope bueiros e exige muita matéria-prima para a fabricação. Adote as eco-bags, mas resista àquelas não produzidas com material reciclável. As “falsas eco-bags” também causam dano à natureza.
MANDAMENTO 3, “APOIE”: Muitas empresas e organizações-não governamentais investem em produtos recicláveis; ambientalmente corretos. Adquirir esses produtos – identificados em vários supermercados – é um ato de consumo consciente. O Pão de Açúcar, por exemplo, possui desde 2002 o projeto Caras do Brasil, responsável por comercializar produtos sustentáveis de cerca de 70 ONGs.
MANDAMENTO 4, “POUPE”: Em casa, adote o uso racional de água e luz. Quando for adquirir produtos como lâmpadas, por exemplo, cheque se o supermercado possui as que aumentam a eficiência do consumo; as fluorescentes. As incandescentes usam apenas 10% da energia consumida pelas convencionais – que desperdiçam 90% da energia com a produção de calor. A economia das lâmpadas fluorescentes chega a 80% e a vida útil é de oito mil horas versus mil horas das incandescentes.
MANDAMENTO 5, “SE INFORME”: Você sabe a procedência da carne que consome? Você sabia que supermercados como Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart anunciaram a decisão de suspender a compra de carnes produzidas em fazendas envolvidas com o desmatamento da Amazônia? Recentemente, o Greenpeace divulgou um relatório com informações que ligavam a produção de couro e carne com o desmatamento ilegal. Sem informação, o consumidor não pode ser consciente e atuante. Mas, com a informação certa, pode ser um consumidor melhor; um cidadão melhor. Para consumir informação de qualidade, acesse (via internet, imprensa etc) organizações como o Instituto Ethos, Akatu, Abrinq, Greenpeace, Idec, Pro Teste, Procon, Compra Consciente, Reclame Aqui… Essas entidades disponibilizam informação de qualidade e gratuita!
MANDAMENTO 6, “INVESTIGUE”: Você sabe o que está por trás da marca que consome? Quais são as práticas e processos? Qual o envolvimento das suas marcas preferidas com ações sustentáveis? É tarefa do consumidor “investigar” o impacto ambiental e as ações de marketing sustentável das marcas preferidas. Ao adquirir produtos de empresas socialmente responsáveis você está exercendo o papel de agente de transformação da sociedade. Com o advento da internet e a globalização da informação, você sabe exatamente como, onde e de que forma a marca produz.
MANDAMENTO 7, “LEIA EMBALAGENS”: Parte principal do cuidado para evitar comprar falsos eco-friendly passa pela leitura das embalagens. Os produtos com credenciais eco-friendly tornam essas características claras no nome, design, embalagem. Produtos que foram produzidos de maneira responsável costumam “reportar” ao consumidor; os ingredientes ou processos de produção são diferentes dos produtos ‘padrão’ da categoria. Como exemplo, a linha ‘bio pure’ possui nome e design que remetem à pureza e à origem orgânica. Mas, a maioria da linha usa os mesmos ingredientes que cosméticos comuns, não há indício nenhum de serem produzidos de forma ambientalmente responsável.
MANDAMENTO 8, “SEJA BRASILEIRO”: Opte por produtos nacionais, especialmente da região do país em que você reside. Isso porque quanto maior a distância percorrida pelo produto para chegar ao supermercado, maior a emissão de carbono gerado pelo transporte. Produtos importados geram emissões maiores, pois exigem embalagens mais reforçadas.
MANDAMENTO 9, “SEJA NATURAL”: Os produtos orgânicos devem ser privilegiados na compra porque o modelo tradicional de agricultura de larga escala é insustentável para o meio ambiente, consumidores e produtores. Problemas de erosão, baixa produtividade das terras e culturas, doenças como vaca-louca, febre aftosa e contaminação por dioxina fizeram com que a opinião pública prestasse mais atenção para onde caminha nossa alimentação. Vários estudos têm mostrado que os agricultores orgânicos que seguem um enfoque agroecológico conseguem resultados satisfatórios em vários aspectos ligados à sustentabilidade. E como identificar os produtos orgânicos? O selo de qualidade orgânico é um indicativo de que os alimentos foram produzidos e processados de acordo com as normas orgânicas, o que significa um adicional de qualidade agronômica quando comparado ao alimento convencional. Como exemplo, cito os produtos Korin. Em parceria com o Centro de Pesquisa Mokiti Okada, a Korin Agricultura Natural, mantém um programa de pesquisas para desenvolvimento da agricultura natural. São feitas pesquisas para o manejo de aves e a produção de hortifrutigranjeiros (frutas, verduras, legumes e ovos), com alto padrão de qualidade, absolutamente naturais, sem a utilização de agrotóxicos ou adubação química.
MANDAMENTO 10, “CERTIFIQUE-SE”: Uma alusão à necessidade do consumidor consciente se familiarizar com certificações ecológicas/orgânicas; selos que certificam a sustentabilidade de produtos. Com critérios distintos, os selos não garantem o impacto mínimo do produto, por isso, é importante saber quais os critérios de cada um para conceder a chancela aos produtos. Existem produtos importados comercializados no Brasil que receberam certificação ecológica de organizações estrangeiras. Um exemplo é o rótulo ecológico da União Européia que pode ser encontrada nesta gama de produtos de limpeza, vendida no Brasil. Entre as certificações, destaco a Associação de Certificação Instituto Biodinâmico (IBD); a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a Associação de Agricultura Orgânica, entre outros.
Receita do site de relacionamentos aumentou 86% no ano passado. A receita do site de relacionamentos Facebook com publicidade aumentou 86% no ano passado, para US$ 1,86 bilhão, de acordo com uma estimativa da consultoria eMarketer. Com 650 milhões de usuários em todo o mundo, a empresa fundada por Mark Zuckerberg cresceu ancorada especialmente no mercado de pequenas e médias empresas, justamente o grupo que tem a menor verba para investimento em propaganda e marketing.
Nesse sentido, aponta a publicação especializada em publicidade AdAge, o Facebook está seguindo os passos do Google, ao fornecer a seus clientes uma opção 'self service' para a criação e veiculação de anúncios que têm como objetivo principal criar um relacionamento estreito e direto com o usuário. A publicação lembra que a estratégia ajudou a transformar o Google em um gigante digital de US$ 200 bilhões ao longo da última década.
Depois do filme REDE SOCIAL acreditamos que o crescimento venha acelerar devida a publicidade. Para 2011, a expectativa é que o faturamento do Facebook em publicidade mais do que dobre, atingindo US$ 4 bilhões. Em 2012, a receita com a veiculação de anúncios deve superar a marca de US$ 5,7 bilhões, o que representará uma expansão de quase 700% em três anos.
A maior parte da receita do Facebook com publicidade veio dos EUA - US$ 1,12 bilhão, ou 60% do total -, mas essa relação deve mudar nos próximos anos. Até 2012, a expectativa é que a receita do mercado externo 'empate' com os resultados americanos em US$ 2,87 bilhões, o que resultaria em um faturamento estimado em US$ 5,74 bilhões.
A edição de 2011 do Festival Internacional de Criatividade de Cannes já tem definidos os presidentes dos júris de Cyber, Outdoor e Radio Lions. Nick Law, vice-presidente executivo e CCO (chief creative officer) da R/GA América do Norte, estará à frente do júri de Cyber Lions.
Olivier Altmann, CCO da Publicis Worldwide e membro do Worldwide Executive Committee, comandará a avaliação dos trabalhos de Outdoor Lions. Já Eugene Cheong, diretor executivo regional de criação da Ogilvy Asia Pacific, foi o escolhido para liderar os profissionais que julgarão as peças da área de Radio Lions.
"Nick, Eugene e Olivier vêm de diferentes partes do mundo e, em razão dos cargos que ocupam, trabalham no mundo todo. Portanto, compreendem muitas culturas diferentes. Como grandes profissionais de criação, cientes da cultura e líderes, são perfeitos para exercer as funções de presidentes destes três importantes júris," declarou Terry Savage, presidente de Festival de Cannes.
A fúria foi cedendo espaço, pouco a pouco, ao bom senso da diplomacia, sob debates de caráter bem mais democráticos que outrora, principalmente após o advento da Agenda Positiva, trabalhada pela Associação Brasileira de Anunciantes e Associação Brasileira das Agências de Propaganda, com a finalidade de recuperar o tempo perdido, ao longo da última década, em discussões balizadas por mágoas recíprocas que vinham impedindo que grandes cabeças de executivos de ambos os lados fossem, de fato, aproveitadas com todo empenho na conformação e aplicação de soluções para problemas antigos e novos, visando o desenvolvimento em todos os campos e níveis da indústria da comunicação no Brasil.
E por que havia fúria? Porque, em muitos momentos, em defesa do próprio negócio, sob risco de atolar num cenário macro e microeconômico demais instável, a ansiedade gerada pelo medo de errar e a necessidade de urgência na avaliação de processos que atendessem interesses de matrizes e filiais, tanto por parte dos anunciantes, como das agências, dificultavam o exercício do raciocínio lógico sob total transparência, causando excesso de desconfiança entre protagonistas de importantíssimos debates, cujos encaminhamentos insistiam em retornar à estaca zero em inúmeras tentativas de se fincar pilares capazes de sustentar a felicidade conjunta, com menos pressão nas evidentes cobranças por qualidade, agilidade, avanços tecnológicos, remunerações justas, ganho de competitividade, otimização de recursos etc.
Não há dúvidas de que hoje o quadro nacional no qual se inserem as relações entre veículos de comunicação, agências de propaganda, fornecedores e anunciantes é bem mais favorável para todos os lados – e pacífico, embora tão ou mais dinâmico do que no fim do século XX. E para se chegar a esse grau positivo de amadurecimento, muitos profissionais e empresas fizeram a diferença em realizações de encontros extra-oficiais, reuniões, seminários, workshops, congressos, enfim, a propaganda brasileira continua mudando, incansavelmente, para melhor em todos os sentidos, assim com as relações que norteiam as práticas comerciais e de gestão operacional no composto agências-anunciantes-veículos, azeitadíssimas sob escopo corporativo e inspirando, gradativamente, adoções de posicionamentos vinculados às mais perspicazes e eficazes diligências na esfera da governança.
Dentre os profissionais que têm se destacado pelo árduo trabalho de jogar lenha nessa fogueira sem a intenção de queimar ninguém, muito pelo contrário, mas buscando luz para dirimir a escuridão, a maioria deles tendo que se dedicar, simultaneamente, aos cargos de liderança das empresas que representam na iniciativa privada, Luiz Lara, presidente da Lew’Lara\TBWA é “o cara”. Ele foi “o cara” nos últimos dois anos, como presidente da Abap Nacional, e deverá continuar sendo profissional-chave para o crescimento financeiro e qualitativo da indústria de comunicação em nosso país, mais uma vez, no biênio que se inicia (2011-2012), como presidente da mesma entidade, sob convite unânime dos seus demais dirigentes, acompanhado das vozes sinceras e preponderantes de outros líderes da propaganda. Apesar de todo o sacrifício embutido na missão, que requer doses de paciência e muita colaboração dos sócios e funcionários na agência Lew’Lara\TBWA, Lara está dizendo sim à releição, cabendo, porém, à sua esposa Bia a decisão final, nos próximos dias, visto que, ao prosseguir em jornadas de 14 a 16 horas de trabalho diárias, um profissional não pode deixar de ouvir, antes de tomar novas decisões, quais são os pré-requisitos familiares para que a paz continue reinando no lar, sem prejuízos emocionais acumulados em cobranças.
Para o mercado em geral, Luiz Lara não tem atitude mais “ajuizada” a tomar do que declarar, neste instante, “se é para o bem de todos, digam ao povo que fico”, motivo pelo qual o Natal já praticamente chegou sem que ele consiga parar de atender aos chamados dos companheiros, não somente da Abap, mas também das demais entidades do setor, para permanecer na ativa, nestes últimos dias do ano, durante discussões e encaminhamentos de soluções de questões mais urgentes. Quase sem tempo, portanto, para comemorar a recente conquista de um Prêmio Caboré e o título de Empreendedor do Ano nas Comunicações, que acaba de lhe ser outorgado pela Editora Três, o presidente da Lew’Lara\TBWA foi extremamente gentil ao abrir uma brecha em sua agenda para receber o Portal da Propaganda, concedendo-nos uma entrevista com imagens gravadas por Márcio Yamamoto na sede da agência, na capital paulista, na tarde deste 15 de dezembro.
Depois de meses fora do ar por conta das férias o blog volta ativa com os melhores conteúdos de publicidade e propaganda. Afinal de contas essa é a nossa praia.
Por que o nome Publicitários de Elite?
Tudo começou no 1º semestre de 2009.1, quando alguns de nós queríamos pregar nos recentes matriculados (calouros) do curso de publicidade e propaganda o que alguns de nós havíamos "sofrido" na nossa caloUrada. O filme Tropa de Elite estava no auge do sucesso nos cinemas, foi quando Luis teve a idéia de "inovar", daríamos a aqueles Calouros um tratamento militar. Montamos um belo esquema, todos fomos de preto, enchemos bola (preta) que continham prendas, e exigíamos que eles gritassem "Publicitários de Elite nunca seremos!", mas prezamos o bom censo e a liberdade de escolha, deixando livre aquelas pessoas que não queriam participar da nossa brincadeira e além de não pintar as pessoas que eram alérgicas a tinta (mesmo tendo a preocupação e comprando tintas antialérgicas). Foi uma forma de firmar alianças e dar boas vindas, e onde nasceu o nosso nome.
Quem são os Publicitários de Elite?
Somos Estudantes de Publicidade e Propaganda com desejo de INOVAÇÃO, com sede do NOVO!
Como define a relação entre os Publicitários?
É só ficar ligado no blog.