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sexta-feira, 12 de março de 2010

ENSAIO FOTOGRÁFICO COM A MODELO LAIS BARROS

Publicitários de Elite voltam aos estúdios da UCSAL junto a modelo Lais Barros para produzir uma peça publicitária do filme hitman. O filme é baseado na série de jogos que conta a história do Agente 47, criado para ser um matador exímio. Suas armas mais poderosas são a ousadia, assim como o orgulho e o brio que tem na execução de seu trabalho. O número 47 representa os dois últimos dígitos do código de barras tatuado em sua nuca, e é também a única identificação que ele possui. Porém, passa a ser perseguido pela Interpol e por militares russos, então, este tenta descobrir quem tramou contra ele. Mas ao mesmo tempo tem de aprender como lidar com emoções desconhecidas, como amizade, que a Nika Boronina desperta nele. Confira fotos e making off:

quarta-feira, 10 de março de 2010

GARRAS DA TIGRE PROVAM DO QUE SÃO CAPAZES EM MAIS UMA CAMPANHA DA TALENT

O conceito “Quem não sabe dança” dará novamente o tom das mensagens publicitárias veiculadas pela Tigre em 2010, cuja primeira campanha, novamente criada pela Talent, já está em veiculação, englobando, num primeiro flight, quatro comerciais, todos combinando humor com música e dança para atrair a atenção do público com a intenção explícita de transmitir com todas as letras o recado sintetizado na assinatura: “Como tigre só tem tigre”. O plano de mídia completo compreende emissoras de TV aberta, por assinatura, rádio, anúncios em revistas e jornais, ações em pontos de venda e merchandising. Líder absoluta na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC não somente no Brasil, mas em diversos países da América Latina, a Tigre é hoje, sem dúvida, uma das maiores companhias do mundo em seu setor de atuação. Referência nos mercados predial, de infraestrutura, irrigação e indústria, a Tigre também é reconhecida pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem oito plantas no Brasil, incluindo fábrica de pincéis (pincéis Tigre), perfis de PVC (claris) e acessórios (plena) e 10 no exterior, sendo duas na Bolívia e as demais nas seguintes nações: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. No total, a companhia possui 6.200 funcionários. Cerca de 300 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente, gerando, apenas em 2008, um faturamento de R$ 2,3 bilhões. A Tigre investe, anualmente, uma cifra próximas a 3% do faturamento total em comunicação e marketing, com iniciativas que valorizam o relacionamento com toda a cadeia da construção, com destaque para os profissionais das revendas, instaladores, arquitetos, especificadores e engenheiros. “A Tigre aposta em uma comunicação consistente e constante, com um conceito central que permeará todas as formas de comunicação com os diferentes públicos com quem nos relacionamos”, afirma o gerente corporativo de marketing da Tigre, Guilhermo Bressane, em nota à imprensa. Os resultados positivos da campanha de 2009, também criada pela Talent, foram mensurados em uma pesquisa encomenda pela empresa ao Instituto Datafolha. A Tigre foi a mais lembrada no setor de tubos e conexões por 74% dos entrevistados, enquanto a segunda colocada foi citado por 4% – uma diferença absurdamente surpreendente, mas perfeitamente plausível em razão da força popular da marca no mercado nacional. “O jeito descontraído e irreverente com que a Tigre se comunica ajuda a chamar a atenção do consumidor e também facilita a retenção da mensagem. O consumidor tem na Tigre uma escolha segura e confiável para a sua obra”, argumenta Bressane. Também foram significativos os índices de preferência e lealdade: na resposta à pergunta sobre qual a marca preferida em caso de uma compra naquele dia, 84% dos entrevistados demonstraram preferência pela Tigre. Entre aqueles que compraram algum produto da Tigre nos últimos 12 meses, 93% responderam que comprariam novamente.
(Fonte: CDN Comunicação Corporativa)

VEJA CONCLUI PROJETO "40 PROPOSTAS QUE O BRASIL NÃO PODE ESQUECER"

A Veja, terceira maior revista de informação semanal do mundo, inicia o ano de 2010, considerado o marco zero da economia limpa no mundo, com uma conquista para seus leitores e também para todo o Brasil. Trata-se da conclusão do projeto "40 Propostas que o Brasil não pode esquecer", que teve como objetivo sensibilizar governantes e cidadãos, incluindo os leitores de Veja, para uma discussão a respeito de como o país poderia se tornar cada vez melhor em seis áreas distintas: educação, meio ambiente, economia, imprensa, democracia e megacidades.Para cada proposta ou comentário gerado sobre o assunto, entre os meses de novembro de 2008 a dezembro de 2009, foi plantada uma muda de árvore nativa pela SOS Mata Atlântica na Reserva Ecológica de Guapiaçu no Rio de Janeiro, totalizando 5 mil mudas durante o período. Os internautas podem conferir pelo site de www.veja.com onde e como as mudas foram plantadas. O projeto "40 Propostas para o Brasil faz parte das ações comemorativas de 40 anos da revista Veja, que em 2008 realizou o seminário “O Brasil que queremos ser”, e, na ocasião, reuniu os maiores pensadores de diversas áreas que discutiram 40 propostas que pudessem mudar o país de forma positiva. Essas 40 propostas culminaram em uma série de anúncios publicitários, divulgados nas publicações de Veja e do Grupo Abril, com o objetivo de chamar atenção do público leitor e mobilizá-los a comentarem estas propostas, bem como contribuir com as suas próprias ideias. Para tal foi criado um canal no site de Veja, específico para esta discussão.Cada uma das seis áreas discutidas foi organizada em painéis temáticos, mediados por um especialista no assunto. Para cada proposta ou comentário gerado no site, foi plantada uma muda de árvore nativa pela SOS Mata Atlântica na Reserva Ecológica de Guapiaçu no Rio de Janeiro. A conclusão do projeto pode ser verificada no site: http://veja.abril.com.br/40anos/conclusao.shtml. Esta é mais de uma série de ações que a Veja promove pensando no país que queremos ser, levando em consideração o desenvolvimento sustentável e o compromisso com o meio ambiente.
As 40 Propostas discutidas e debatidas por área foram:
  • Educação
  • 1 Choque de meritocracia na educação;
  • 2 Convencer os pais de que eles são parte da escola;
  • 3 Ampliar a rede de ensino técnico superior;
  • 4 Fomentar a competição entre as universidades;
  • 5 Financiar os melhores pesquisadores;
  • 6 Criar currículos obrigatórios para a educação básica;
  • 7 Investir na formação dos professores e de quem forma os professores;
  • 8 Mais pesquisa ambiental no Brasil.
  • Ambiente
  • 9 Dobrar o saneamento básico em 10 anos;
  • 10 Transformar pastos em áreas produtivas;
  • 11 Premiar prefeituras pela preservação ambiental;
  • 12 Unificar as leis ambientais;
  • 13 Dar independência financeira aos parques ecológicos;
  • 14 Criar um plano nacional de zoneamento econômico-ecológico;
  • 15 Tornar mais vantajoso manter uma árvore de pé do que cortá-la;
  • 16 Investir em fontes renováveis de energia;
  • 17 Não desperdiçar energia.
  • Economia
  • 18 Reforma da Previdência já;
  • 19 Criar um teto para os gastos públicos;
  • 20 Um Banco Central independente;
  • 21 Aplicar a lei de responsabilidade fiscal ao governo federal;
  • 22 Modernizar as leis trabalhistas;
  • 23 Tornar as agências reguladoras menos vulneráveis ao loteamento político;
  • 24 Garantir a concorrência na exploração do pré-sal;
  • 25 Poupar os dólares do petróleo;
  • 26 Privatizar a gestão hospitalar;
  • 27 Privatizar a infra-estrutura.
  • Imprensa
  • 28 Acabar com a Lei de Imprensa.
  • Democracia, Raça e Pobreza
  • 29 Profissionalizar a gestão pública;
  • 30 Recriar o federalismo;
  • 31 Fiscalizar os programas sociais;
  • 32 Inserir os pobres no mercado de trabalho.
  • Megacidades
  • 33 Eliminar as favelas da paisagem;
  • 34 Superprefeitos para as regiões metropolitanas;
  • 35 Combater o tráfico de drogas com realismo;
  • 36 Planejar o crescimento;
  • 37 Tirar a majestade do carro;
  • 38 Organizar o transporte coletivo;
  • 39 Conferir aos ônibus o padrão de metrô;
  • 40 Não se intimidar com os desafios.

segunda-feira, 8 de março de 2010

COMERCIAIS DE CELEBRIDADES QUE FORAM BANIDOS PELA JUSTIÇA.

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Reprodução / Divulgação Pamela Anderson, Cauã Reymond e Paris Hilton Recentemente Paris Hilton foi a escolhida para ser a garota propaganda da nova campanha publicitária da cerveja Devassa, do grupo Grupo Schincariol. Com o slogan "Bem Loura. Bem Devassa", o comercial começou a ser veiculado em fevereiro e mostrava a socialite em uma performance sensual com a latinha da bebida nas mãos. Após inúmeras ações, entre elas da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) decidiu, na última segunda-feira, 1, retirar o vídeo publicitário do ar. De acordo com a entidade, a campanha era "discriminatória e sexista", colocando a mulher em posição de objeto sexual. Em setembro de 2009 a sinceridade da vovó moderna chocou os mais conservadores e o comercial da Havaianas foi vetado pelo Conar. Estrelado por Cauã Reymond, o vídeo trazia o namorado de Grazi Massafera como alvo de uma jovem e sua avó, que incitava a menina a apenas fazer sexo com o rapaz. Na mesma época, o comercial protagonizado por Pamela Anderson também foi banido. A campanha publicitária da ONG PETA mostrava a atriz em trajes mínimos, como uma controladora de raio-X, que despia os passageiros que usavam roupas feitas com pele de animal. O comercial seria exibido nos aeroportos de Nova York, mas foi considerado muito erótico e inapropriado para crianças. A veiculação do comercial de Eva Mendes nua e se acariciando em lençóis foi outro que não agradou o público. Criado em 2008, o vídeo foi criado pela grife Calvin Klein para divulgar sua nova fragrância, o Secret Obsession, mas foi proibido antes mesmo da sua estreia nos Estados Unidos e Europa. A C&A também precisou retirar do ar seus comerciais publicitários em 2008. Em campanha feita para o dia dos namorados, a loja de departamento criou três vídeos incentivando o consumidor a abandonar o "papai e mamãe" e ousar nas relações. "Urano na casa de Virgem vibrando vai trazer um Dia dos Namorados bem 'papai-mamãe'. Agora, se ao invés de espalhar velas pela casa, usar uma lingerie bem sexy, não vai ter 'papai-mamãe' não. Safadinha", dizia Daniela Sarahyba, garota propaganda da marca.

quarta-feira, 3 de março de 2010

PUBLICITÁRIOS DE ELITE E O FILME MOSCÃO

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A exclusão, preconceito e injustiça de uma sociedade globalizada estão presentes no /Moscão. /Uma produção que resgata o estilo neorealismo italino, caracterizado pelo uso de elementos da realidade numa peça de ficção. Gravado no Centro Histórico de Salvador, /Moscão/ mistura a realidade cruel e impiedosa de quem vive na rua, ao humor de quem às vezes rir para não chorar. A produção, irreverente e divertida, é um convite à reflexão sobre a insensibilidade da sociedade frente ao problema do povo de rua. Confira a produção do filme: EXTRA: BREVE PUBLICITÁRIOS DE ELITE ENTRÃO EM GRAVAÇÃO PARA A NOVA TEMPORADA DO FILME MOSCÃO PARTE 2.

terça-feira, 2 de março de 2010

Pin-up – A Garota do Calendário

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Eles têm animado gerações de homens. Fez os soldados americanos da segunda guerra mundial sonharem em pleno campo de batalha. O que começou como um exercício de óleos logo foi tomando rumos diferentes, alcançando as fuselagens das máquinas dos combatentes e tornando-se uma característica essencial do mundo masculino de garagens e casernas. Falar sobre as pin-ups é voltar ao fim do século 19, época em que o teatro de revista transformava dançarinas em estrelas, fotografadas para revistas, anúncios, cartões e maços de cigarros. Em Paris, dois artistas, Alphonso Mucha e Jules Cheret, criaram as primeiras imagens de mulheres em poses sensuais para pôsteres, com trabalhos marcados pela presença de contornos e detalhes. A arte dos pôsteres virou escola e influenciou artistas até as primeiras décadas do início do século 20, quando os calendários também passaram a trazer desenhos de mulheres com silhuetas idealizadas pela imaginação masculina da época. E é justamente a partir do ato de pendurar ilustrações nas paredes que o nome pin-up (em inglês, pin up) surgiu. Foi na década de 40, contudo, que as pin-up girls (ou “garotas penduradas”) viveram o auge do sucesso. Numa época em que mostrar as pernas era atitude subversiva e ser fotografada nua, atentado ao pudor, lápis e tinta davam forma a essas mulheres, carinhosamente chamadas de “armas secretas” pelos soldados americanos – na Segunda Guerra Mundial, elas serviam de alívio para os pracinhas que arriscavam a vida nos campos de batalha. Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários destes soldados. O conceito das garotas pin-up era bastante claro: eram sensuais e ao mesmo tempo inocentes. A verdadeira pin-up jamais poderia ser vulgar ou oferecida, apenas convidativa. Asseguradas pelos traços sofisticados vindos da art-nouveau, elas vestiam peças de roupa que deixavam sutilmente à mostra suntuosas pernas e definidas cinturas. Era o bastante para alimentar a fantasia dos marmanjos. Das ilustrações de papel, as pin-ups logo ganharam vida ao serem encarnadas por atrizes como Betty Grable e Marilyn Monroe, ou fotografadas por modelos voluptuosas como Bettie Page, também chamada de “rainha das curvas”. A partir dos anos 70, a indústria do sexo passou a desmanchar a aura misteriosa dessas mulheres, graças a filmes pornográficos e revistas de nu feminino. O Imagens e Letras trás para o leitor um apanhado em três galerias que mostra como o mundo masculino da época suspirava pela beleza feminina.

Estudos mostram

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Uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento. Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam com o uso da publicidade. Até a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros. No Brasil existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. As traduções dentro da área de comunicação social utilizam propaganda para o termo em inglês publicity e publicidade para o termo em inglês advertising. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Assim, propaganda é um campo que envolve e contém a publicidade. Peça publicitária é a designação genérica de qualquer anúncio publicitário. Em publicidade é comum a variação dos nomes das peças publicitárias de acordo com a mídia a ser utilizada. Um anúncio para o rádio é conhecido como spot ou jingle; para a televisão, seria filme. Veja alguns trabalhos fantásticos de diversas agências.

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